domingo, 8 de novembro de 2009

Alleine Zu Zweit.

Eu fui a luz,
O seu amante mais sincero.
Fui aquele que te conduz
Que te dá o conforto fraterno.

Eu fui seu amigo,
E por tanto tempo aguentei calado
A dor de um amor escondido
Para poder ficar ao seu lado.

E você se foi, mais uma vez
Fez o que quis de meu coração.
E agora, eu peço perdão
As trevas que um dia abandonei.

Aonde está meu luto?
A dor que me cercava
Cade o maldito,
Silêncio de nossas almas?

Eu quero morrer,
E levar esse amor comigo
Esse sentimento infinito
Estou a mercê
Do maldito.

Eu te quis, eu jurei
Eu sequei com palavras amigáveis
As lágrimas que eu mesmo plantei
Nesse seu sorriso de mágica

Minha doce, minha luz
A razão que me manteve vivo
Porquê você não está comigo?
Qual foi o erro,
Que me fez perder o seu amor?

Minha amiga, volte para mim
Para esse peito que sempre foi Teu
Seja a ilusão desse pobre poeta
Acenda o fogo de Prometeu.

Minha lágrima,
Minha Rainha.
Eu estou ao seu dispor,
Eu, seu pobre pierrot.

Pois nem o grito das Hárpias,
Nem mesmo o Lamento de Lúcifer
Consegue ser mais doloroso
Que o seu pranto.
Venha comigo,
Venha conhecer seu novo encanto.

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