Oprime o peito doce e calorosa alflição,
Resta pouco espaço para bater o órgão
Queria que abrir o mundo fosse como abrir botão de roupa
[Mas não é.
Mal consigo me mover, tal a dor em meus punhos
A doce escuridão me chama à seus braços novamente
E minha vontade de viver dormente
Se entrega a minha pequena morte diária
Será que um dia haverá luz?
No limiar das trevas
Haverá alguém, alguém me conduz
De volta pra Terra?
domingo, 1 de novembro de 2009
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